quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sinto-me perdida


É assim mesmo que me sinto. Perdida. Às vezes me encontro em alta, sempre desejando e crendo que meus sonhos se realizarão, pois creio que sonhos podem se realizar. Outras vezes me encontro perdida em função de como tornar realidade esse tão querido sonho.  Estou falando de ver , de meus olhos contemplarem meu filho lendo um texto, escrevendo algo. Esse assunto é tão grandemente doloroso que parte meu coração em mil pedaços ao falar. Procuro às vezes não pensar em como tenho sido incompetente em passar as lições com ele, mas  ao mesmo tempo me desculpo tentando convencer a mim mesma que  tenho procurado fazer o melhor. Então minha consciência acusadora e cruel me aponta o fato de eu não estar me dedicando o tanto que deveria. Tenho sempre tropeçado em meus afazeres do dia a dia, na correria do lar, as vezes preciso sair, e sempre tropeço em nosso horários de aula. E me sinto culpada, me acuso, me culpo...me arraso com isso. Às vezes quando consigo dar aulas durante toda a semana me sinto extremamente realizada. Mas nem sempre consigo pois sou ligada emocionalmente com ele, e sofro com isso,  às vezes chegando até às lágrimas ,quando o vejo cometer erros que são tão pequenos , como por exemplo: imediatamente após ter lido uma sílaba "Ca", na linha seguinte confundir o CA com SA. Eu sei sim, que é normal isso acontecer...mas ele já vai fazer 10 anos ....como posso voltar com ele à escola comum sem que ele saiba ler? Vou deixar que ele sirva de zombaria? NUNCA! Eu quero que ele pelo menos saiba ler e escrever, somente isso por enquanto...será que é pedir demais a Deus? O tempo tem passado, eu tenho tentado ... mas ainda não consigo. O que posso fazer para estimulá-lo? Como ajudar meu filho nesse processo? Como ser melhor? A psiquiatra dele me falou que eu era uma excelente educadora e a psicóloga também pareceu me apoiar bastante... mas eu sei que não sou. Às vezes me sinto muito cansada. Faço tudo sozinha dentro de casa, meu marido não é companheiro nesse ponto, ele não me ajuda com as tarefas do lar. Sinto-me cansada, exausta e psicologicamente fadigada. tenho problemas de saúde, endometriose e outras coisas mais que não valem a pena serem descritas aqui, e tudo isso as vezes soma-se ao meu dia a dia já tão exaustivo. Isso sem contar os problemas rotineiros do dia a dia , ou mesmo o apoio que dou aos meus pais. Não sou uma super mulher e sempre deixo algo por fazer ou mesmo mal feito. E quando o meu mal feito recai sobre as aulas dele...eu me acabo de tristeza e culpa. Pois eu sou a professora dele, e cabe a mim a tarefa de educá-lo. Até mesmo nesse sentido: escolar. 
Eu chego a conclusão que eu preciso de ajuda psicológica, talvez isso me ajudasse muito.
Mas torçam por mim, pois ainda tenho, abaixo de Deus, um pouco de esperança em mim mesma de que vá conseguir.



Abraços,



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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Meu sonho

Queridos leitores,





Durante o final do ano passado decidimos eu mesma alfabetizar o Pedro em casa . Isso é costume nos EUA, principalmente quando os pais querem livrar seus filhos dos malefícios que muitas vezes a escola traz em termos de educação cultural. Mas esse não foi o nosso caso. Na realidade decidimos isso devido ao sofrimento dele com relação a Escola. Era de partir o coração. Notem que ele já tem 9 anos e ainda continuava nesse sofrimento. Não interagia com ninguém. Não brincava com amigos. Nunca fazia amizades. E ficava no recinto escolar apenas durante uma hora e meia. Para tão pouco aproveitamento tínhamos que desembolsar a quantia de 800,00 , uma realidade que não conseguiríamos mais manter. Ainda assim, se diante todo esforço, ele mostrasse que estava se desenvolvendo, eu teria coragem de vender minha própria casa. Mas não era esse o caso, infelizmente. Então tentamos contratar a própria professora dele para que ela ensinasse ele em casa. Compraríamos todo material escolar necessário e pagaríamos a ela um salário. Depois de tudo acordado, ela simplesmente deu um "bolo". Então assumi eu mesma a função. O resultado? Ele está quase lendo! Está indo bem... apesar de lentamente, sofridamente...mas é notório como ele melhorou. Até mesmo a psicóloga dele percebeu seu bom desempenho. Não escondo que tem sido uma tarefa muito sofrida para mim e dolorosa, devido ao meu envolvimento emocional com ele, mas tenho ido em frente. Chorando e sofrendo mas muitas vezes sendo feliz e tendo alegrias. 
Vale salientar que antes dessa nossa decisão nos aconselhamos com a psiquiatra dele (Sim, ele está com uma excelente profissional) e com a psicóloga também, e elas concordaram que eu deveria tentar. Mas no próximo ano, se Deus quiser, assim que ele estiver lendo e escrevendo, faremos um teste de aptidão em sua antiga escola e o matricularemos na série que lhe for indicada. é tudo o que eu mais quero na vida: vê-lo lendo e escrevendo. Esse é o meu maior sonho, creiam. 
E assim vou seguindo.
Abraços,


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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Voltando...

Olá amigos e amigas queridas,



Depois de um longo afastamento estou de volta. Mesmo distante de meus desabafos eu continuei sempre por aqui, visitando alguns blogs e vendo os comentários maravilhosos que aqui foram postados, aos quais agradeço do fundo de meu coração pois foram um alento em momentos difíceis.
Às vezes eu ficava aqui olhando para o blog, abria a página de postagem, cheia de coisas a escrever e contar, mas com um desânimo terrível, uma enorme fadiga psicológica... será que isso só acontece comigo?
Bom, depois de muitos acontecimentos extenuantes, de muita luta e oração, pedindo a Deus que abrisse uma porta para que a única psiquiatra infantil que eu já ouvira falar pudesse enfim atender ao meu filho. Eu estava na lista de espera há 3 longos anos... 3 anos esperando um chance... até que um dia , inspirada por Deus, liguei e apelei para uma atendente que tirando as férias da atendente titular, atendeu aos meus apelos e marcou uma consulta. Foi um dia memorável para mim, feliz, incalculavelmente feliz. E diga-se de passagem um divisor de águas. O Pedro depois dessa primeira consulta se transformou em outra criança. Nos primeiros dias após a consulta ele nem parecia a mesma criança. Tão calma, tão tranquila e tão diferente que meus sentimentos se conturbaram, e fiquei com muita, mas muita pena dele. Mas ele estava bem. Visivelmente bem. Eu fiquei muito confusa. Fiquei reservadamente feliz. Pois a todo o momento eu esperava que ele aprontasse de novo, voltasse a ser o que era a qualquer instante. Confesso que me sentia mal ao pensar assim, mas era assim que eu pensava. De fato , depois de algum tempo ele passou daquela tranquilidade absoluta para uma tranquilidade com hora marcada. Pelo menos eu poderia aproveitar o que de fato importava, a sociabilidade dele. Ele melhorou bastante o trato social. Não que ele esteja um gentleman, um cavalheiro, mas pelo menos não cospe em mais ninguém, não espanca mais ninguém, e os palavrões ( que se resumiam a poucos, e que para muitos nem nem chegava a ser palavrão) cessaram mais. Isso foi um saldo muito bom. E uma vez por mês ele tem consulta com essa médica espetacular. Devo confessar que eu aproveito mais as consultas do que ele. Ele ainda não trocou uma púnica palavra com ela. Mas ela nos faz ver muitas coisas que antes não víamos. 
E isso me consola e me conforta.
O laudo? O diagnóstico? Quase confirmado a suspeita da psicóloga de Síndrome de asperge, um tipo de autismo funcional. Quanto a esse assunto tenho algo angustiante para contar a respeito da neurologista dele, que ficará para outro post, pois a conversa é longa.  Mas voltando ao diagnóstico, ela ainda quer mais conversar com ele para fechar o diagnóstico. Não tenho pressa. No meu coração eu tenho cada vez mais certeza que o diagnóstico é esse. 
A vida escolar dele mudou 100%. Nova professora: Eu. Nova escola: NOSSA CASA. Pois é... muitas novidades! 
Que ficarão para outra oportunidade.
Por enquanto ficam meus abraços.
Com carinho,


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Com o coração partido


Neste momento meu coração chora e derramo minhas lagrimas para mim mesma. Sim estou chorando. Uma sensação de desamparo e tristeza toma conta de mim. Por mais que eu tente evitar , não consigo controlar meu coração. Para muitas pessoas posso parecer exagerado e tremendamente dramática. Mas não para mim, não para meu coração de mãe. Estou triste comigo mesma também, e me divido entre sensações de pena, tristeza, desapontamento e desamparo. Vocês conhecem minhas lutas com relação ao meu filho. Conhecem o comportamento dele e como tenho sofrido com isso. Mas também sofro demais com a falta de concentração de que o impede de aos 8 anos, já caminhando para os 09 anos, e ainda não saber ler. Isso mesmo ele não sabe ler. e essa frase me entristece de mais e parte meu coração. Pode ser uma frase isolada e sem muitos dramas, mas ninguém imagina como é dolorosa para uma  mãe, a missão de ensinar seu filho a ler quando ele não consegue responder aos ensinamentos das lições. Por exemplo: ele pode até ler algumas pequenas palavras como bola, bolo, bala....mas não sabe ler: ai, ei, oi, ui. Tento com ele: "Pedro um E e um I é EI. Repita !  E ele diz: E, I = GUI. E isso não é apenas uma vez, mas inúmeras vezes, mesmo depois de repetir incontáveis vezes. Então, já cansada , me descontrolo e choro. Tenho tomado para mim a função de alfabetizá-lo junto com a escola, pois não gosto muito do método de ensino do meu marido que já entrega as respostas mastigadinhas. Estou frágil, reconheço que com outros problemas que me têm afligido, e juntando essqa dificuldade dele, me sinto desabar. Temos nos sacrificado tanto, ele também, mas não temos conseguido bons resultados, pelo menos não resultados que sejam mais visíveis. 
E aí vem me irmã, contando todos os avanços do netinho dela, que diga-se de passagem tem uma inteligência incomum para a idade dele, me parece que é um pequeno gênio de 4 anos, e me faz lembrar, mesmo inconscientemente de tudo o que meu filho não. Não estou com inveja, amo meu sobrinho... mas me entristece às vezes quando falo alguma coisa do Pedro e ela diz: "Ah, mas ele tem 8 anos!"...Mas são 8 anos tão diferentes do comum...quer dizer nem tanto para algumas e tanto para outras... Acho que devo estar louca, pois antes isso não me incomodava. Devo realmente estar de TPM.
O que aflige meu coração e me deixa triste comigo mesma é o fato de saber que por outro lado. muitas mães gostariam de ter apenas esse problema que tenho com ele. Como uma amiga que tem um filho de 13 anos que nem ao banheiro vai sozinho, que não raciocina e problemas mentais sérios.... e penso : nossa , ela sim sofre, não eu. E ainda tenho coragem de me descontrolar.... e então me sinto muito má e ingrata. Viram como me sinto confusa?
eu só espero uma coisa: Em Deus. E que Ele me faça sobreviver à infância do Pedro com sabedoria, para que eu possa colher excelentes frutos em sua vida adulta, me realizando através das vitórias dele. Não é isso que toda mãe almeja?

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

E assim, eu vou seguindo...


Queridos amigos,

Já faz uns dias que não posto nada por aqui. Não por falta de assunto, mas sim por falta de ânimo mesmo. EU parava, olhava a página, abria o editor de texto e depois de alguns minutos fechava. entrei numa tal crise de perguntara mim mesma se devia ou não ficar por aqui desabafando, falando sempre quase as mesmas coisas, relatando quase as mesmas queixas a um público que talvez já estivesse cansado de me "ouvir". De me ver falar sempre do mesmo assunto. Então me deparei com a pergunta: "E se todos pensarem que me queijo demais e de ' barriga cheia ' ? Que estou me tornando cansativa e que só sei reclamar?" Sou muito crítica em relação a mim mesma. Mas a resposta que cheguei a me dar foi a grande revelação de que este blog é exatamente para isso mesmo! Aqui eu posso falar sobre o que muitos não querem ouvir ; sobre o que EU não quero falar pra ninguém do meu meio ; falar sobre o que quero negar a mim mesma ; desabafar...chorar... ter a liberdade de ser eu. Simplesmente eu. E eu num sentido voltado para o fato de ser mãe, e não para o meu eu como pessoa individual (se é que se pode separar ). Em quem eu encontro consolo além de Deus? Na esperança de que Ele tudo vê, e tudo conserta? Em mais ninguém... A não ser as vezes no colo de minha mãe, que mesmo ela tem se encontrado tão atribulada com seus próprios problemas que não ouso compartilhar mais tanto. Com o meu marido...bem....essa é uma questão à parte pois ele não me vê como eu me vejo. e nem tão pouco temos a mesma ótica em torno de algumas situações. Então , quando quero correr.... corro para cá.  Na esperança de que alguém veja, alguém se identifique...ou mesmo só no ato de escrever para liberar os sentimentos e aliviar o espírito. Isso já é bom.
Pretendo fazer o possível para estar mais vezes aqui com mais de mim. Isso devo fazer para meu próprio bem...pois isso me faz lembrar e ter a certeza de que ninguém é uma ilha.
Por hora saio...mas já volto. Volto com mais de mim, para aqueles que querem saber ou mesmo para mim mesma saber de mim daqui a algum tempo.

Abraços

Ana Lúcia

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Calmaria


Faz exatamente 3 semanas que o pedro está muito bem. Que tudo aqui em casa corre com tranqüilidade e paz de espírito. Nem parece real! E me pego muitas vezes me sentindo culpada por não acreditar que estou vivendo aquela, ou melhor essa realidade.  Subitamente o Pedro tem se tornado uma criança maravilhosa:  Elogios na escola, tranqüilidade em casa, escassez de palavras desagradáveis, carinhos para comigo e o pai, ele até está assoletrando! Parece um sonho! Será que sou eu mesma quem está escrevendo isso? Pois é...sou eu. E louvo a Deus por tudo isso. E peço perdão a Ele também por ser tão incrédula e má. Sim, porque sempre me pego pensando : "será que é só uma boa fase?" "Será que vai passar?" . A ponto de me sentir paranóica. Por exemplo: se ele se aborrece e grita, já fico pasma e com medo de que ele volte a ser como antes. Então procuro me acalmar e ver que aquilo é apenas crise de criança normal e comum...e como não estou habituada....me sinto sempre esperando algo que não quero ver!!! Dá pra entender? Preciso me policiar e entender que as coisas acontecem aos poucos e que já estou no lucro, graças a Deus! E somente a Ele atribuo essas melhoras. Sim, pois sei que amigas aqui do mundo virtual e que são muito reais aí no seu mundo, têm orado por mim. E sei que a Igreja tem intercedido sem cessar pela vida de meu filho querido. E que Deus tem ouvido nossas orações e o glorifico por isso. 
Confesso que tenho medo. Mas confesso que estou amando e me sentindo feliz com essa realidade.
Espero que seja apenas um começo para muitas mudanças maravilhosas. 

Abraços e torçam por mim,



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quinta-feira, 17 de março de 2011

Nem eu acreditei



Realmente nem sei como começar esse ´post. Às vezes tenho medo de cansar minhas amigas  virtuais com meus problemas, mas lembro-me que aqui é minha válvula de escape, é onde eu posso ser eu. Gostaria de postar aqui muitas coisas alegres, e sentimentos de vitórias e conquistas. Mas não posso enganar a mim mesma, não aqui, neste cantinho. Não para vocês que me seguem e que me dão seu apoio. Costumo dizer aos psicólogos da escola e aos médicos dele que se espremer este blog, daqui sairá lágrimas. E é verdade. Mas pelo menos começarei minha narrativa com notícias leves de nosso carnaval. 
Fomos ´para uma praia, para um acampamento espiritual juntamente com a igreja da qual fazemos parte. Poucas pessoas, todas conhecidas e amigas. Cerca de 50 pessoas. Apesar de meus temores de como seria o comportamento do Pedro Antônio, pude relaxar naqueles dias, pois somando perdas e ganhos, tive mais ganhos que perdas. ele se comportou muito bem, apesar, claro , de alguns pequenos incidentes.  Porém nada que chegasse ao ponto de causar problemas. Vale salientar que enquanto estivemos lá, apesar de ter gostado muito, brincado mais ainda, tomado bastante banho de mar, ele sempre pedia para vir para casa pois estava com muitas sauades d casa e do vovô e da vovó. No dia de voltarmos foi uma felicidade para ele. De qualquer forma, viva!!! Um saldo positivo!!! Voltamos para casa e voltei para nossa rotina.
Devo admitir que não fiquei esperançosa de que as coisas iriam mudar muito. Isso , analisando agora, me vem a mente algo: Será que me tornei alguém pessimista e desesperançada? Bom... a verdade é que não me surpreendi quando as coisas voltaram ao "normal". Mas não consigo parar de me surpreender quando percebo que as coisas podem piorar. Oh Deus...por favor...não deixe nada piorar mais! O Pedro está volúvel. Tem horas que me trata com todo o amor e carinho, mais que o habitual e me delicio com isso e por esses momentos eu vivo. Em outros momentos me despreza, me esnoba e zomba de mim de forma grosseira e cruel demais. Me sinto angustiada e como seu fosse a filha e ele o pai. Me sinto pequenina e como se tivesse 3 anos. Ele fala assim para mim:" deixe de besteira!" com um tom de zombaria que levaria qualquer um a loucura... ou rir de mim.... ou me expulsa do quarto...ou me destrata. Quero chegar agora neste momento ao título desta postagem. Ontem cai na fraqueza de me deitar depois do almoço (coisa que nunca faço com medo de acordar com os gritos dele, pois ele faz isso ´para me assustar, ou mesmo com medo de ele aprontar), e infelizmente dormi. Estava muito cansada, fadigada e me sentindo um pouco dolorida, com cólicas. e não resisti. Dormi. Ai como me arrependo!!! Vejam se não concordam comigo: Eu havia feito o pedido de um DVD com receitas do livro DONA BENTA (sou fissurada em receitas e gastronomia) e estava me deleitando pensando na hora emq ue iria me deitar e assistir ao DVD. Testei, vi que estava maravilhoso e fui dormir. O aparelho de DVD fica no quarto dele. Mas tive o cuidado de levar o meu dvd para meu quarto. E o guardei em cima de um móvel alto onde fica minha tv. Ao levantar atordoada (para variar), me preparei para ver meu programa. Peguei o DVD e fui para o quarto dele. foi quando ele me falou que tinha arranhado meu disco. eu disse: "Não filho, esse é o MEU dvd, e não os seus". Mas ele respondeu : "Foi esse mesmo que eu arranhei". Ai...gente... eu ainda nem acredito. ele simplesmente foi no meu quarto, pegou o disco, abriu a capa, tirou de dentro, e o arranho no chão, riscando o chão com ele. Depois colocou dentro da caixa  e o colocou de volta onde estava. Ficou imprestável. Claro. Chorei feito uma criança. Não apenas pelo fato do disco não prestar mais, mas sim pela crueldade dele! Uma criança de 8 anos com tanta mallícia! Inacreditável!!! PORQUE???????  Eu não tive reação. Apenas me afastei dele, e passei a tarde inteira com uma sensação horrível.
Hoje ele foi para a escola. Quando voltou e perguntei se ele foi bem, me respondeu que não muito (ele diz isso com uma cara de arrependimento que dói). Depois eu soube que ele deu uma bofetada na professora intinerante, que ela chorou muito de tanto que doeu. Foi pega de surpresa. Depois do choque , quando tornei do susto e voltei a mim, confisquei os brinquedos preferidos dele e todos os dvds que ele mais gosta. Claro, ele deu um ataque, mas como sempre, se conformou.
E essa é minha vida. Essa é minha história. Me digam:O Que eu faço????????? Eu realmente...não sei o que fazer.

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